Estatuto Editorial

O Valenciano é um jornal livre, independente e colaborativo, tendo como principais características a informação de noticias regionais de Valença para a população, podendo abranger também noticias de âmbito nacional.

O Valenciano é um jornal bimensal de informação, com orientações e critérios de rigor e criatividade editorial, não tendo qualquer dependência de ordem ideológica, religiosa, política ou económica.

O Valenciano assume os princípios e tradições europeias de jornalismo, com qualidade e exigência.

O Valenciano tem o objetivo de informar e transmitir, as noticias regionais de Valença, Alto Minho e Nacionais, através de vários temas fundamentados.

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O Valenciano considera a informação da opinião pública uma representação da democracia e da dinâmica de uma sociedade aberta.

O Valenciano foca a sua atenção no âmbito local e regional por considerar, que a proximidade com as comunidades é maior.

O Valenciano assume-se como portador de um papel charneira na compreensão de fenómenos sociais tão relevantes como a participação cívica, como forma de promoção dos laços comunitários.

O Valenciano é dirigido ao público, incluindo todos os meios sociais e todas as profissões.

Editorial

por Mário Rui Oliveira

Portugal tem estado, nas últimas semanas,na boca do mundo, por situações que pouco ou nada abonam como nosso bom nome e o nosso estado normal. Há quinze dias, Portugal era capa de jornais de todo o mundo, pelos incêndios de Pedrógão Grande e pela catástrofe humana e natural a que, impotentes, assistimos.

por Mário Rui oliveira

Portugal vive, por estes dias, momentos deveras complicados, com a catástrofe vivida nos incêndios do centro do país. Imagens mais condizentes com filmes apocalípticos mostraram-nos o cenário dantesco vivido na tarde/noite dos passados Sábado e Domingo, onde 64 pessoas perderam a vida, sucumbindo às altas temperaturas e às condições de fumo e fogo que se fizeram sentir.

Temos assistido, nas últimas semanas, a vários atentados terroristas, um pouco por todo o mundo e, mais próximos de nós, um pouco por toda a Europa. Apesar de, intrinsecamente, qualquer modalidade de terrorismo ser motivo de preocupação, as novas formas de terrorismo utilizadas, seja através de camiões descontrolados, seja de veículos automóveis em espaços pedonais, seja de fundamentalistas a imolarem-se mediante o rebentamento de explosivos no meio de grandes aglomerações de pessoas.

Uma das várias e inovadoras soluções propostas pelo nosso Governo para combater e eliminar a crise instalada (a pedido da todo-poderosa TROIKA) foi eliminar 4 feriados – dois civis e dois religiosos. Na sua imensa sabedoria, a TROIKA apresentou-nos os feriados como sendo um dos grandes problemas do país, e apresentou-nos uma das suas descobertas extraordinárias: o país está de tanga, porque temos imensos feriados!!!

Iniciamos, na próxima semana, as festividades da Páscoa. Época religiosa por natureza, profícua em festas e festividades religiosas é também época de alguma animação social e económica, que atinge o auge na Semana Santa, com a chegada de muitos turistas, maioritaria mente espanhóis, mas também portugueses, e de outras paragens.

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